terça-feira, 1 de junho de 2010

Para não perder 7-

Agora com esse blog será mais fácil não perder as coisas rs.

Bom para mim mestre e discípulo, é quando a gente para e pensa :caramba olha só tudo o que foi feito e continua a ser feito para a felicidade de todos. E TUDO O QUE FOI FEITO ATÉ O SUTRA CHEGAR ÀMIM.

È ler as mensagens do mestre e sentir o quanto ele gosta da gente e se preocupa e vibra com cada pequena grande vitória. Ele é um amigo,um guia, um parente nosso. Que nos trata como filhos e sua esperança

A relação de mestre e discípulo é uma troca. OPresidente Ikeda segura nossa mão e fala vem por aqui que não irá se arrepender.

Ele conversa,afaga e chama nossa atenção de forma forte e sutil. Um ser Humano por isso é como se fosse um parente nosso.Pelo menos eu sinto assim.



JOVENS AFORTUNADOS(Jornal BS de 3 de maio de 2010)

Neste escrito,"As bases para se atingir o estado de Buda",aprendemos a importância de ter um mestre na vida e de nos tornarmos discípulos que se dedicam de corpo e alma,compartilhando ideais e assumindo o compromisso de fazer todas as pessoas felizes.

Como jovens da BSGI, temos a oportunidade de trilhar esse ideal. Infelizmente, muitos outros jovens não têm a boa sorte de ter uma pessoa na qual possam se espelhar, ou conduzi-los um caminho correto. Levam uma vida repleta de frustrações e ressentimentos, perdidos em ilusões e em caminhos sem volta.

Dessa maneira,nós,que recitamos o Nam-Myoho-rengue-Kyo, e temos um mestre que a todo instante nos conduz ao caminho correto, devemos assumir este compromisso de levar a felicidade a todos que conhecemos e passam por nossa vida falando-lhes do budismo e conquistar a felicidade absoluta.

Acredito ser esse sentimento que Nitiren Daishonin nos deixou como legado: uma vida dedicada a servir,a apoiar e a concretizar as aspirações mais nobres do mestre.

Sentimento pelo qual os três primeiros presidentes da Soka Gakkai dedicaram a vida para que as pessoas se tornassem felizes e compreendessem o verdadeiro significado de ter um mestre.

Recordo-me de uma experiência que vivi na época da Convenção da Chuva, em 1999.

Sempre ouvia falar sobre o verdadeiro espírito de mestre e discípulo e confesso que, até então, não compreendia muito bem que sentimento era esse. Orava Daimôku pra vencer toda a maldade da época e também para compreender o espírito de mestre e discípulo.

Entre os ensaios,recebemos a notícia que o mestre não estaria presente; fiquei desapontada, pois em minha mente achava que só sentiria o que era mestre e discípulo quando o encontrasse.

No grande dia,eu estava lá,ao lado daqueles dez mil jovens, muito emocionada e vivendo aqueles momentos como se fossem extraordinários, até que, na hora da canção do juramento, pude finalmente compreender e sentir esse maravilhoso laço de mestre e discípulo.

(Hélvia Cristine Ramos,responsável pela DFJ CMSP)

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