Acho que o processo mais difícil é romper o casulo em que nascemos...ir para o inesperado e ficar num suspense de como se virar depois,do que virá.Vem um pouco de todas as emoções. Vem o nervozismo,o medo,a dúvida,a anxiedade, a vontade de vencer para alcançar e chegar lá.
Mas o que pega nisso tudo é o processo...o nosso processo. O pior de tudo(ou melhor depende) é que o tempo está em constante movimento e nem sempre espera pela gente.
Mesmo sabendo das reviravoltas e pessoas que largaram tudo e mudaram de vida,de carreira e etc quando bem mais velhas e mudaram radicalmente. Mesmo assim, a gente sente um certo peso dos anos que continuam seguindo...a cada ano,falamos uma idade diferente e a cada mês esperamos o salário e depois que os dias passem rápido pro proximo chegar logo.E ao mesmo tempo queremos que o tempo pare e que continuemos seguindo.
O tempo é mudança sempre...Se nós ficamos na mesma, isso também passa a ser uma ação. A ação de ficar,a ação do "não agir";e que não funciona quando temos alguma meta,algum objetivo. A não ser que o objetivo seja esperar o momento certo.
Mas quando a vida te chama pra "ação maior"e sair seguir para o nascimento...queremos que o tempo pare, que continuemos seguindo e quando chegarmos onde quisermos, apertar um botão para que ele volte ao normal.
Estamos vivos o tempo não pára
Estamos correndo o tempo não pára
Estamos felizes o tempo não pára
Estamos dormindo o tempo não pára
Estamos lutando o tempo não pára
Estamos na dúvida devagando o tempo NÃO pára.
A fase em que eu estou agora,é encontrar soluções chaves quase uma cientista pesquisando dentro de mim mesma para passar pelo processo de renascimento
Renascer quanto mais cedo melhor !
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
9-Devaneio
...Pois é, a vida acontece das formas mais curiosas. Quando a gente acha que do modo que estamos vivendo não trará grandes acontecimentos a gente se surpreende.
Quando fazemos Daimôku tudo a nossa volta se move e o que está guardado no coração e na alma começa de alguma forma a se manifestar.
Na última sexta-feira durante meu "lanche-almoço"conversei com um rapaz chamado Victor e o numero de coisas em comum me surpreendeu. Até o meu nome é o mesmo da tia dele *RS*
Resumindo, um livro "x-man e a filosofia"atraiu a atenção dele. Nem todo dia a gente conhece pessoas que gostam de filosofia ou psicologia,que puxam conversa.
Bom, ele além de ser professor de filosofia,também tem a arte e música em comum e até o irmão dele é artista plastico também.
Foi engraçado,num lanche, encontrar uma pessoa com tanta coisa em comum comigo. Para completar ele também toca um pouco de violino, como eu.
Mostrei umas páginas do livro pra ele dar uma lida. Espero que ele encontre esse livro é bom demais e sem dúvida os alunos dele vão gostar muito.
Daí fiquei pensando nisso que aconteceu...quando a gente entra no rítmo automático do dia e pensa que tudo é muito previsível, as placas tectônicas da vida(essa foi profunda) se movem rs E o que o Daimôku faz é exatamente aí...
Acho que foi uma maneira de me mostrar que, a qualquer momento sempre existirá espaço para o "novo".
Mesmo quando o cotidiano parece igual. Quando as mudanças são provocadas por nós, seja no setor que for,não existem muitas surpresas, se de alguma forma estamos no controle do que acontece a nossa volta...
Se terei algum contato com Victor de novo, não faço idéia, mas sei que o fato dele ter aparecido como apareceu; me mostrou que a "imprevisibilidade" da vida não entrou de férias...
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